Iniciada hoje, sexta-feira, a paralisação dos profissionais de TI de São Paulo afeta serviços públicos, bancários e de telefonia, podendo ter o funcionamento prejudicado. Entre os órgãos afetados, estão Prodam e Prodesp, que são responsáveis pela emissão de notas fiscais, arrecadação de IPTU, processamento de multas de trânsito, agendamento de consultas e exames médicos, serviços jurídicos e de segurança.

Neste caso, pode haver instabilidade e, até mesmo, problemas para a emissão de Nota Fiscal Eletrônica de Serviço (NFS-e) no estado. O Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (Sindpd) se reuniram na última terça-feira, a fim de discutir sobre contingenciamento de pessoal e regras de manutenção dos serviços essenciais dessas empresas.

Antonio Neto, presidente do Sindpd, afirma que a paralisação vai afetar cerca de 45% da mão de obra total de TI no país. “As maiores empresas de nossa base não prestam apenas serviços locais. Outros estados também serão afetados”, disse em nota.

Motivadores da greve

A paralisação foi decidida pelos profissionais de TI no dia 15 de fevereiro, durante assembleia,  após uma negociação salarial que terminou sem acordo entre empresários e trabalhadores.  Aproximadamente 800 profissionais participaram dessa reunião, que foi realizada na sede do Sindpd

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