A partir do dia 1º de janeiro de 2018 , será proibida a utilização de boletos bancários de qualquer valor que não estejam registrados na Nova Plataforma de Boletos da Febraban.

É o que determina o cronograma de implantação da nova plataforma. A obrigatoriedade da cobrança registrada já havia sido prorrogada duas vezes. Na última prorrogação, o prazo limite para boletos de todos os valores ficou para janeiro de 2018.

 

Como funcionam os Boletos Registrados?

A principal diferença entre um boleto com registro e um boleto sem registro, está no fato de que o boleto sem registro não possui validade enquanto não for pago. É uma guia virtual existente apenas para o solicitante, por isso, não há cobrança de taxas bancárias caso o boleto não seja pago.

Já no caso dos boletos registrados, os bancos recebem um arquivo de remessa contendo os dados do boleto no momento em que ele é gerado. Sendo assim, o boleto registrado é conhecido pelo banco, e caso não seja pago, ficará pendente até que haja alguma manifestação à respeito, como em caso de desistência de compra. O cliente do banco é taxado durante a geração do boleto, mesmo que o cliente final desista da compra, e taxado também para declarar essa desistência e finalizar o boleto.

Apesar das dificuldades, o novo formato apresenta várias vantagens:

  • Gestão da carteira (sabe quem pagou, o que pagou e quando pagou)

  • Conciliação e relatórios de gestão

  • Maior segurança e entrega eletrônica por meio do DDA – Débito Direto Autorizado

  • Uso dos boletos como lastro em operações de crédito

  • Maior comodidade, pois permite o pagamento vencido em qualquer banco pelo DDA ou pela atualização do boleto no site do banco emissor

Implementando

O desenvolvedor do software utilizado pelo cedente pode oferecer diversas funcionalidades relacionadas à boleto, mitigando problemas relacionados à tarefas repetitivas, tempo de comunicação dos boletos, entre vários outros fatores.

Veja aqui 3 dicas para implementar seu módulo de Boletos Registrados