Depois de um final de ano repleto de mudanças nos documentos fiscais eletrônicos, como foi 2015, onde algumas Notas Técnicas tiveram diversas versões publicadas em um espaço de tempo tão curto, as empresas desenvolvedoras de software já se prepararam para um início de ano ainda mais avassalador, com a entrada da obrigatoriedade da Partilha do ICMS, que veio a normatizar a Emenda Constitucional 87/2015 , e também do CEST (Código Especificador da Substituição Tributária) .

Apesar de conseguir uma prorrogação no prazo para implantação do CEST, em função principalmente da falta de uma tabela oficial que permita com que os contribuintes possam classificar seus produtos de maneira adequada, apenas a implantação da Partilha do ICMS foi suficiente para impactar enormemente no processo operacional de diversas empresas. Até porque, junto com a Partilha do ICMS, também foi incorporada uma nova obrigação, que é o destaque do FCP (Fundo de Combate a Pobreza) instituído em diversos estados.

Pois bem, estas obrigações também exigem que os softwares emissores de documentos fiscais eletrônicos continuem evoluindo para poder atender a essa demanda dos contribuintes. Boa parte desses, tenta reduzir o impacto operacional no faturamento das empresas com automatizações. Como é o caso por exemplo da geração automática da GNRE (Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais) , após a emissão da NF-e (Nota Fiscal Eletrônica)

Mas não podemos esquecer que estamos ainda no meio do ano e que faltam algumas obrigações para serem implantadas. Ou seja, existe mais espaço para inovações que visam reduzir esse custo das empresas, que sempre é bem vindo e bem visto, ainda mais considerando o momento de dificuldade econômica que o país enfrenta.

Com certeza, softwares que promovem uma maior produtividade das empresas, conseguem agregar mais valor, facilitando assim a sua comercialização.