No mês de dezembro de 2015, o projeto NFC-e (Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica)  alcançou a marca histórica de  1 bilhão de documentos fiscais emitidos no país, através de mais de 100 mil estabelecimento emissores espalhados por todo o país.

Este projeto, que está revolucionando o varejo brasileiro, vem sendo implantado desde 2012, quando iniciaram os primeiros testes em formato de projeto piloto. Entretanto, em virtude da rápida evolução, em apenas uma ano, o mesmo já havia sido lançado oficialmente, por meio de evento promovido em Porto Alegre no Rio Grande do Sul.

De lá pra cá, a massificação tem se dado de uma forma muito rápida se comparado a projetos de documentos eletrônicos anteriores, pois os benefícios, tanto para o fisco, quanto para os estabelecimentos comerciais, quanto para os consumidores, são mais evidentes para todas as partes.

Atualmente, grande parte dos estados brasileiros já possui inclusive um calendário de obrigatoriedade , o que tem potencializado ainda mais a adesão ao projeto.

Grande desafio: O alto volume de emissão

Desde o início do projeto, um dos grande desafios elencados pelos participantes, era preparar a infraestrutura do governo para suportar a demanda de autorizações destes documentos. Visto que, a expectativa era ter um volume de 8 a 10 vezes maior de NFC-e  emitidas em comparação ao volume de NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) .

Apesar da expectativa por uma demanda de autorização tão grande assustar, os estabelecimentos que ingressam no projeto NFC-e, tem a seu favor a garantia de que podem entrar em contingência sempre que identificado qualquer problema técnico que impossibilite a autorização em tempo real. Esse tem sido um fator determinante para que os estabelecimentos varejistas consigam operar sem maiores problemas nos pontos de venda, que são tão críticos para qualquer negócio.

Para o futuro 

Atualmente a NFC-e já se faz presente em praticamente todo território nacional, seja em caráter de projeto piloto, adesão voluntária, ou até mesmo com calendário de obrigatoriedade estabelecido. Neste cenário, o que temos notado é que, o volume de emissões deste documento tem se multiplicado a cada dia, então apesar de o projeto ter inciado em 2012, foram nos últimos anos em que o mesmo aumentou significativamente o número de documentos emitidos. 

Considerando os calendários de obrigatoriedade que devem ser cumpridos neste ano de 2016, e a evolução dos estados participantes, a expectativa é que esse número continue crescendo de forma mais rápida do que aconteceu até o momento.

Por isso, não fique de fora desta revolução que está acontecendo no varejo brasileiro, prepare agora mesmo seu ERP para emitir este documento eletrônico que traz tantos benefícios para os estabelecimentos comerciais.